quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Olha aí gente esse programa Bem Estar com um especialista em Coluna Vertebral dizendo que os problemas na coluna sempre voltarão...

http://g1.globo.com/bemestar/videos/t/edicoes/v/problemas-com-coluna-costumam-voltar-apos-tratados/4471485/


quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Olá pessoal, venho aqui descrever novos procedimentos que tive que fazer na minha coluna, desta vez foi na lombar, depois de 10 anos da cirurgia na cervical.
Desta vez foi por causa de 3 hérnias de disco na lombar que estavam causando muita dor, inclusive na perna e já acordava com dor, até a hora de dormir, mesmo tomando tramadol diariamente já pra dor cervical.
Meu médico indicou fazer a Rizotomia, que não tem cortes e desinflama os nervos.
No procedimento o médico injetou remédios como antiinflamatórios e ainda injetou colágeno nas cartilagens para fortalecer.
No repouso não conseguia andar nem sentar por causa da dor, mas durou só 10 dias, hoje não sinto nenhuma dor, o procedimento foi um sucesso.
Estou só aguardando o dia do retorno ao médico... será que não pode fazer isso também na minha cervical pra parar todas as dores? rsrsr

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

E hoje?

Bem, venho aqui depois de algum tempo dar meu depoimento a vocês queridos leitores do meu blog de como está minha saúde no momento, as consequências e sequelas, depois dos problemas de coluna e da cirurgia que fiz na Coluna Cervical em 2007.
Já se passando quase 10 anos (como passa... mas com minha situação, nem tão rápido assim né?, pra mim demorou décadas mesmo...), mas são muitas situações por que passei, primeiro as dores para descobrir então que os problemas eram na coluna, tinha vértebras anquilosadas (coladas) na cervical,  depois a cirurgia na coluna cervical para descompressão da medula, consequentemente os meses de recuperação, que foram horríveis, usar o colete cervical 24 horas durante meses não foi nada fácil.
Nos anos seguintes muito sofrimento passando pelas perícias intermináveis e desumanas no INSS, que duraram de 2006 a 2012..., como consequência a depressão, claro, da qual faço tratamento até hoje!
O INSS me concedeu a aposentadoria por invalidez no final de 2012, assim começou uma nova fase onde eu pude cuidar com mais carinho da minha saúde.
As dores nunca pararam, também, com vértebras coladas e cirurgia na coluna cervical, o que sobrecarrega as vértebras que sobraram, diminuição dos espaços das demais vértebras, hérnia de disco na coluna lombar, mais escoliose, ficar sem dor seria pedir muito.
E como consequência ainda dos problemas cervicais tenho labirintite crônica e cefaléia também crônica... ai que sofrimento, e com isso tudo, claro a depressão, que tenho tratado há mais de 5 anos.
Primeiro tomava um comprimido de tramadol(derivado de morfina) quando tinha muuuita dor, depois passei a tomar diariamente pois já acordava todo dia com dor, e hoje tomo 3 vezes ao dia para aguentar tentar ter uma vida quase normal, e suplementando com doses de dipirona durante o dia e antes de dormir... e assim sigo a vida, acordando e indo dormir com dor, tanto na lombar quanto na cervical.
Meu médico indica que faça outra cirurgia na cervical para fixar a vértebra da nuca que está mais sobrecarregada para diminuir as dores, mas cadê a coragem?
E as demais consequências inerentes a tudo... como manter o peso que preciso muito pra não sobrecarregar a coluna se tenho restrição a muitos exercícios, não posso ter impacto ou força de forma alguma??? é uma luta diária!
E a discriminação das pessoas que me veêm e não sentem a dor que sinto diariamente e que não entendem minhas limitações? E ainda a discriminação que sofre quem tem uma deficiência não visível, e olha que isso acontece até com pessoas mais próximas como a família... é muito duro.
Assim vou vivendo, mas aprendi com tudo isso uma lição muito boa e que tem me ajudado muito... VIVER CADA DIA, e um de cada vez somente... ver o que dá pra fazer no momento, tentar cada dia manter a auto estima elevada e... amanhã é outro dia!


quarta-feira, 20 de julho de 2016

Doenças da Coluna (relembrando)

11_24coluna

Quando começamos com dores nas costas e problemas em nossa Coluna Vertebral, não imaginamos quantos tipos de doenças podem existir e que estão relacionadas à ela, muito menos outras muitas que aparecem como consequência.

Essas “dores nas costas“ são conhecidas e generalizadas como lombalgia (dor na região lombar) e cervicalgia (dor na região cervical), porém essas dores tem várias origens, e podem também ser irradiadas para outros membros.

Vamos citar aqui algumas delas, neste blog já falamos sobre algumas, e aos poucos, vamos falando sobre cada uma delas
(identifiquei com * as que tenho diagnosticadas):

    As dores nas costas podem ser ainda posturais, por esforços repetitivos, ou devido à obesidade, ou à gravidez, ocasiões em que nossa coluna é sobrecarregada.




    segunda-feira, 11 de julho de 2016

    Fraturas na Coluna (relembrando)

    fratura compressão


    COMPRESSÃO
    (mergulhos ou quedas)









    fratura tração

      
    TRAÇÃO
    (acidente automobilístico quando ocorre a desaceleração brusca do corpo)




    fratura rotação



    ROTAÇÃO
    (acidente automobilístico quando a pessoa bate a cabeça no teto ou em quedas de grandes alturas)






    As fraturas na coluna vertebral, ocasionados por lesões e traumas são mais comuns do que se imagina, e são classificados na medicina por alguns aspectos básicos:
    • TIPOS: compressão, tração e rotação
    • LOCALIZAÇÃO: coluna cervical alta, coluna cervical baixa, coluna toracica-lombar
    • CERVICAL ALTA: vértebras C1 a C2
    • CERVICAL BAIXA: vértebras C3 a C7
    • TORACICA-LOMBAR: vértebras da coluna torácica e lombar
    • EXTENSÃO DANOS: estável (sem lesão neurológica/medula), instável (com lesão significativa na medula/neurológica)
    As causas principais são:
    • acidentes automobilísticos (35 a 45%)
    • quedas (25 a 30%)
    • acidentes esportivos (15%)
    • acidentes industriais
    • mergulho em águas rasas
    • ferimento de projéteis de arma de fogo
    • artrose
    • osteoporose
    Os principais tipos de tratamento utilizados em casos de fratura são:
    • repouso
    • uso de colete
    • imobilização gessada
    • cirurgia
    • tratamentos com tração
    Algumas estatísticas:
    • as lesões na coluna toracica e lombar correspondem a 80% das fraturas da coluna
    • as lesões na coluna cervical correspondem a 20% das fraturas da coluna
    • 20% das fraturas da coluna vertebral ocorrem em pacientes com mais de 65 anos, do sexo feminino, e por quedas
    • menos de 10% dos traumas na coluna apresentam déficit neurológico
    • 20% apresentam lesão em mais de uma vértebra
    • 3% dos pacientes traumatizados, sofrem lesão na coluna cervical
    • 5% dos casos de fratura na coluna vertebral são não contíguos
    • as fraturas na coluna cervical alta, geralmente não tem lesão neurológica, e se houver, geralmente levaria a óbito
    • as fraturas na coluna cervical baixa com comprometimento neurológico, podem causar tetraplegia ou paraplegia
    • as fraturas na coluna torácico-lombar são as que trazem menos consequências
    As lesões traumáticas da coluna, principalmente da cervical, requerem tratamento de urgência, e no caso como o meu, já com instabilidade na coluna cervical, meu médico já alertou, para sempre prevenir esse tipo de lesão, por exemplo utilizando o colete cervical durante viagens, ou evitando quedas, pois em caso de trauma a urgência é maior ainda, pois isso tudo implica comprometimento neurológico.

    Por isso nos resgates é tão importante a estabilização da coluna vertebral através das pranchas rígidas e dos coletes cervicais, pois esse procedimento pode evitar que uma lesão mais simples se transforme em uma lesão com comprometimento neurológico.








    sábado, 9 de julho de 2016

    Causas Hérnia de Disco


    Assistam esse vídeo explicativo sobre o que é e quais são as causas da Hérnia de Disco... muito interessante.

    Também já fizemos alguns posts sobre a Hérnia de Disco, dê uma olhada:



    terça-feira, 31 de maio de 2016

    Artrodese da Coluna Vertebral



    Segundo a wikipédia:
    “Artrodese, também conhecida como anquilose artificial, é uma indução artificial da ossificação de uma articulação entre dois ossos através de cirurgia. O procedimento é realizado para aliviar dor intratável em uma articulação que não pode ser manejada com medicamentos ou outros tratamentos normalmente indicados.”

    Para esclarecer, anquilose significa FUSÃO, e a artrodese é então uma fusão artificial de uma articulação, feita através de uma cirurgia. Tem várias técnicas, assim como pode ser feita em qualquer vértebra e local da coluna (cervical, dorsal e lombar), assim como pode ser por via anterior (pela frente) ou via posterior (pelas costas), tudo depende do problema apresentado.

    enxerto osseo

    No lugar da articulação é colocado um enxerto ósseo, geralmente retirado da bacia do próprio paciente.




    Essa prótese dá estabilidade e fixação a essas 2 ou mais vértebras que estão envolvidas em algum tipo de doença da coluna vertebral, causando dor.

    parafuso

    E para garantir a fusão óssea completa é geralmente feita uma fixação com placa de titânio  e parafusos entre as vértebras.





    A artrodese é indicada em alguns casos de espondilolistese, discopatias, degeneração discal, deslizamento de vértebras, hérnia-de-disco, traumas, dependendo sempre de cada caso, e se tem algum envolvimento neurológico.

    O procedimento limita o movimento da coluna vertebral nas vértebras envolvidas, criando uma ponte óssea entre elas, a qual se funde totalmente em alguns meses.

    A cirurgia envolve riscos como qualquer outra, e neste caso, principalmente de envolvimento neurológico.

    A grande maioria dos pacientes se recupera muito bem, mas podem existir casos de problemas após a artrodese, podendo haver recidiva da deformidade nas vértebras adjacentes às fixadas.

    A recuperação é um pouco demorada, depende do paciente, e pode ser dolorosa durante alguns dias. Faz-se o uso de coletes e colares ortopédicos, e de repouso pós-operatório.

    A fisioterapia é muito importante para diminuir as dores e restaurar as funções da articulação afetada, além de alongamentos e instruções quanto à postura e limitações.

    A MINHA CIRURGIA reflete quase tudo o que está esplanado acima, e pode ser visto mais detalhes, bem como vídeos de cirurgias , em VÍDEOS e em IMAGENS.



    sexta-feira, 20 de maio de 2016

    As Curvaturas Normais da Coluna Vertebral


    Sabiam que nossa coluna não é reta? (senão não poderíamos ficar de pé... é a lei da física), ela precisa ter esse formato que parecem 2 "S" para que nosso corpo seja sustentado, assim me explicou meu médico, especialista em coluna vertebral.
    Por isso quando olhamos nosso RX da coluna de lado ela tem esse formato que é natural, e cada uma dessas "curvaturas normais" tem um nome, conforme desenho acima.
    Certa vez minha mãe foi buscar e me mostrar um RX de coluna dela e estava preocupadíssima, disse que a coluna dela estava cheia de curvas e que isso era um problema gravíssimo... rsrsrsrs, coitada, eram só as curvaturas normais e, como ela, acredito que muitas pessoas possam ter essa dúvida e é bom esclarecer.

    Sobre os desvios (doenças) na coluna vertebral já fiz um post, vale a pena ler:







    segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

    Quem mandou querer andar sobre 2 patas ?

    desvios

    Olha, não tem muito jeito. Ninguém tem a coluna retinha. As vértebras não conseguem ficar no lugar a vida inteira. Depois dos 30, então, teimam em desviar pra valer.

    Mas calma. Coluna um pouco torta não causa, necessariamente, as temidas dores nas costas. Só 5% delas são causadas pelas vértebras. A maioria tem origem muscular. Umas e outras, porém, são herança de um antigo atrevimento da humanidade.


    Quem mandou querer andar sobre duas patas?
    Nos anos 40, um grupo de ortopedistas ingleses e americanos resolveu, num estudo conjunto, medir o que chamaram de “curvatura lombar” de mais de mil “voluntários saudáveis” — sem dor nas costas, bem entendido. Assim, fizeram a média e divulgaram, nos quatro cantos da Terra, um padrão de normalidade, conhecido como ângulo de Fergunson. Segundo ele, para ser normal, a curva lombar devia ser de 47 graus. Acontece que, nos quatro cantos da Terra, os indivíduos saudáveis não são iguais.

    A coluna tem suas curvaturas naturais. E o grau dessas curvas varia de lugar para lugar, de raça para raça. Um americano típico tem bumbum chato porque suas vértebras lombares formam um ângulo menor — ou seja, mais reto — do que aquele padrão de normalidade. Já os três povos mais significativos no Brasil — os índios, os judeus mediterrâneos e os negros — estão numa situação oposta, porque seu ângulo é bem maior, em torno de 53 graus. A lordose, quem diria, é a razão do bumbum arrebitado da mulher brasileira. Mas o nome lordose, que não indica doença, assusta o ouvinte, quando ele está à procura de uma causa para as suas dores lombares.

    É um absurdo achar defeito o que é normal”, alerta o cirurgião ortopedista Aloysio Campos da Paz, que dirige, há 19 anos, o Hospital de Doenças do Aparelho Locomotor, conhecido em Brasília como Sarah, numa homenagem à ex-primeira-dama Sarah Kubitschek, que ajudou a fundá-lo.“Existem muitos mitos nessa história de costas retas”, diz Campos da Paz. Não quer dizer que é certo ser corcunda. Mas um pequeno desvio aqui, outro ali, quase todo mundo tem. E quem ainda não tem, pode vir a ter.”
    Envelhecer é curvar-se. Não é à toa, é uma adaptação: o coração já não aguenta passadas tão rápidas; o cérebro deixa de ser tão veloz nos seus reflexos. As vértebras, então, puxam o freio e obrigam o sujeito a levar a vida num ritmo mais lento. No extremo oposto da vida, na infância, as costas são mais retas e extremamente flexíveis, topam qualquer cambalhota

    Quem está aprendendo a andar está sujeito a quedas e tropeços, que só um tronco flexível pode suportar. É no meio desse caminho, porém, que as pessoas mais reclamam de dor no pescoço, dor nos quadris. No Brasil, os consultórios recebem 4,63 milhões de pacientes com esse problema, todo ano, segundo o Ministério da Saúde. Oito em cada dez queixas são de gente entre 30 e 50 anos de idade.

    Só que, em 95% dos casos, os culpados não são os desvios. Por trás da maioria das dores estão músculos. Ligados às vértebras, eles nunca relaxam. Ainda bem. Como, por incrível que pareça, ainda não estamos acostumar a ficar em pé, sem os músculos cairíamos como bonecos de pano. Às vezes, porém, a musculatura exagera na tensão. Daí, aperta os ramos dos nervos que saem da coluna. Estes são mais finos do que um fio de cabelo, mas dóem que não é fácil.

    Aquele hominídeo que ficou em pé, há 4 milhões de anos, não foi castigado por essa ousadia. Ele vivia trinta anos, no máximo. E a sua coluna conseguia ter essa mesma vida útil na fatigante posição vertical. Além disso, o corpo humano criou um reforço muscular. Isso mesmo. As vértebras não nos mantêm erguidos sozinhas. Uma série de músculos também nos sustenta, principalmente os do abdômen e os das nádegas.

    Barriga flácida é meio caminho andado para as costas nos torturarem”, diz a fisioterapeuta Zilda Aparecida Palhares, responsável pela rotina de exercícios do presidente FHC, desde que ele apareceu em fevereiro passado, no Hospital Sarah de Brasília, com dores fortíssimas. “Ele é disciplinado e nunca reclama”, fala sobre o seu ilustre paciente. Aquele hominídeo, no entanto, seria dispensado das aulas de abdominais. Predador, ele corria atrás de sua caça e mantinha excelente forma física. “Dor nas costas é um mal moderno, afirma o reumatologista José Knoplich, presidente do Centro Brasileiro de Estudos da Coluna Vertebral, em São Paulo.

    A vida média atual do brasileiro é 65 anos. Aos 30, ele ultrapassa o prazo de validade de sua coluna, por assim dizer. E, pior, fica cada vez mais tempo sentado. Indiretamente, até a mais confortável poltrona provoca sofrimento. Primeiro, porque o estilo sedentário promove a flacidez e a coluna perde o auxílio muscular. “Além disso”, completa Knoplich, “quando estamos sentados, a pressão sobre as vértebras aumenta 50%”.

    O estresse diário agrava a situação, deixando os músculos tensos. Desse modo, eles ficam enforcando os nervos. Existem remédios para relaxá-los. Mas têm tantos efeitos colaterais, que não devem ser tomados sem consulta médica. “Até porque são paliativos”, diz a fisioterapeuta Zilda, que também não é fã das massagens. “Elas soltam os músculos naquele instante. Depois, a pessoa pensa nos problemas e, em segundos, os músculos se contraem de novo.” Para ela, o melhor remédio é cada um aprender a relaxar, com alongamentos que possam ser feitos até no trabalho.


    O ortopedista paulista Haruo Nishimura é outro crítico dos massagistas. Para ele, que fez fama tratando do ex-presidente João Baptista Figueiredo em 1984, só médicos podem mexer nas vértebras: “Já atendi gente que ficou paralítica depois de uma massagem”. Nishimura trata hérnias de disco manipulando a coluna dos pacientes — como a atriz Cláudia Raia, que já teve duas hérnias. Ela exagera na ginástica”, diz o médico da estrela. “Isso é tão perigoso quanto o sedentarismo.”


    Às vezes, o bisturi é inevitável para curar a hérnia. Foi a salvação do próprio Figueiredo em 1985. “Mas, hoje, ele realiza cortes que nunca ultrapassam 3 centímetros”, conta o cirurgião Marcos Masini, do Hospital Sarah. “O paciente tem alta em dois dias e, passado um mês, leva uma vida sem restrições.” Isso tudo graças ao avanço de microcirurgia, a cirurgia feita com a ajuda do microscópio. A técnica ainda não resolve as entorses, quando os pontos de contato entre as vértebras se esbarram e incomodam. Mas a Medicina vai chegar lá.


    Fonte: Revista SuperInteressante (Abril/1995) com "grifos nossos"



    quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

    Postura correta x escoliose


    É sabido por todos nós que a postura pode prevenir muitos problemas da coluna vertebral, mas mais do que nunca hoje em dia isso está muito em voga (vide a imagem acima), por isso devemos estar atentos desde cedo.

    Aqui um bom texto sobre o assunto:

    Também já fizemos um bom post sobre postura no computador, revejam aí:

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