quinta-feira, 10 de novembro de 2011

A sua alimentação e a Labirintite

comida labirintite


Quem sofre com a LABIRINTITE, sabe como é ruim… eu que estou com ela crônica há anos, sei como é… um vaivém de tonturas e enjôos…

Não sabia que a alimentação poderia interferir nesses sintomas e lendo uma matéria publicada pelo Hospital Santa Clara aqui da cidade, vi coisas bem interessantes nesse assunto.

E infelizmente os maiores inimigos são sempre as coisas mais gostosas, o açúcar (chocolates, doces, bolachas…) e os carboidratos refinados (pães, massas…).

E a explicação é que podemos ter uma alteração na maneira de processar esses alimentos, e isso pode interferir nas estruturas do labirinto, fazendo com que ele mande mensagens erradas para nosso cérebro!

A opção seria substituir os doces pelas frutas e as massas por produtos integrais.

Mas ainda há outros alimentos que devemos tomar cuidado: sal, cafeína, bebidas alcoólicas.



Fonte: Hospital Santa Clara



segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Coluna Vertebral no Faustão




Ontem (30/10/2011) a Rede Globo no Programa do Faustão apresentou um quadro entitulado TÔ AFIM DE SABER SOBRE COLUNA, onde o Presidente da Sociedade Mundial da Coluna, o Neurocirurgião Dr. Luiz Pimenta mostrou algumas posições corretas que podem diminuir ou prevenir problemas mais sérios na nossa coluna vertebral.

Pra quem perdeu vale a pena dar uma olhada nas boas dicas:




quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Dia Mundial de Combate à Osteoporose


Como hoje - 20 de Outubro - é o Dia Mundial do Combate à OSTEOPOROSE, esse inimigo que ataca silenciosamente e é invisível aos nossos olhos, que tal rever aqui os post que já fizemos sobre o assunto? garanto que vale a pena dar uma olhadinha:









segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Dicas usando o MEL para a ARTRITE

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Segunda a OMS(Organização Mundial da Saúde) o MEL traz muitos benefícios para a saúde. Ele possui mais de 70 substâncias essenciais para o organismo como: água, frutose, sacarose, glicose, potássio, ferro, sódio, fósforo, zinco, cloro, cálcio, magnésio, vitaminas A, B e C e alguns aminoácidos… poxa! além de ser energético e ter ação imunológica, analgésica, antibacteriana, anti-inflamatória, e ainda funciona como um laxante natural! Sendo seus maiores componentes a frutose e a glicose.

Há registros gráficos do uso do mel desde a época das cavernas.

Para usufruir disso tudo bastam 2 colheres (chá) por dia, de manhã antes do café e à noite, ou 1 colher(sopa) antes do café da manhã. Pode ainda ser substituído pelo açúcar em chás, vitaminas e frutas.


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E especificamente para a ARTRITE, funciona muito bem em conjunto com a canela e uma receita é esta que deve ser tomada 2 vezes ao dia, de manhã (em jejum) e à noite(antes de dormir):
-1 xícara de água quente;
-2 colheres(sopa) mel;
-1 colher(chá) canela.





Outra receita serve para massagear o local da dor: misturar na proporção de 1x1 de água morna e mel e um pouco de canela em pó.

Deve-se ficar atento para que o mel seja realmente puro, e uma dica é que o mel puro “açucara/cristaliza”, e para voltar ao aspecto líquido viscoso normal, basta esquentar suavemente em banho-maria.



quinta-feira, 13 de outubro de 2011

A coluna e os ciclistas

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Olha aí eu (Luciano) quem ajudo a Mara nesse blog… e claro ela me ajuda nas dicas para que não tenha tantos problemas na coluna como ela.

E como passei a ser um novo ciclista(ela não é!), busquei informações para me prevenir, claro. Esses cuidados são necessários, mesmo sendo a bicicleta um dos melhores esportes para a nossa saúde e que não causa o impacto do peso do corpo, pois este é praticamente todo transferido para o banco.

E o que mais encontrei foi que a lombalgia (dor lombar) é o que mais incomoda esses atletas, em segundo lugar a dor cervical. Segundo estudos de 10 ciclistas, 8 sentem dor nas costas.

As causas mais comuns:
  • postura incorreta (a posição acarreta pressão nos discos vertebrais);
  • sobrecarga na musculatura despreparada;
  • material esportivo inadequado.
Como prevenir:
  • exercícios como o abdominal e o abdominal transverso que fortalecem a musculatura específica do abdomen;
  • acostumar-se gradualmente com a bicicleta;
  • evitar subidas e marchas pesadas no início;
  • ter um bom preparo físico;
  • bike bem ajustada e adequada;
  • alongamentos antes e depois do exercício.
E nunca esqueça de como se preparar: capacete, luvas, roupas adequadas e ÁGUA!

Aqui alguns exercícios/alongamentos para os ciclistas:

E aqui um vídeo com algumas dicas:





sábado, 8 de outubro de 2011

Crianças x Coluna Vertebral

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O site do Professor Cortez (atividade física, esporte e saúde), no dia das Crianças de 2010, publicou o texto que ele falou na Rádio Jovem Pam, sobre a postura das crianças.

Ele fala o que também não cansamos de falar:
Entre as doenças crônicas degenerativas mais importantes as dores provocadas por deformações na coluna vertebral, que afetam grande número de pessoas, já são consideradas problema sério de saúde pública. Em que pese a evolução dos tipos de tratamento para atenuar os efeitos limitantes provocados pelas deformidades relacionadas com hábitos posturais inadequados e idade  nada é mais eficiente do que a prevenção precoce.”

É isso ====> prevenção é tudo, ai se eu tivesse feito isso antes … , sei que nunca é tarde, mas agora tenho que “correr” muito, e olha que na verdade nem posso mais correr… kkkkkkkkkkk

E tudo que postamos neste blog é pra que vocês possam evitar isso!

E já que o assunto é prevenir, para as crianças começarem a se prevenir cedo, os pais devem aprender e ensinar aos filhos:
  • cuidados com o peso das mochilas e materiais escolares;
  • cuidados com a postura na escola;
  • cuidados com a postura no computador;
  • cuidados com a postura em frente à TV;
  • cuidados nos esportes.
Além é claro dos cuidados comuns à todas as idades, como levantar, abaixar, dormir, …


Vejam o texto completo direto da fonte: Dia da criança: Alerta sobre cuidados com a coluna vertebral



domingo, 2 de outubro de 2011

Cirurgia de coluna menos invasiva

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Uma técnica inovadora de acesso à coluna para realização de cirurgias de grande porte vem sendo desenvolvida há mais de uma década pelo médico brasileiro Luiz Pimenta, atual presidente da Sociedade Mundial de Coluna, que afiliou-se à Universidade da Califórnia, em San Diego, Estados Unidos.

Realizada desde 2002, atualmente a técnica denominada XLIF já é responsável por 7% de todas as cirurgias de coluna feitas nos EUA.
Pimenta desenvolveu dentro da universidade o acesso extremo lateral em 90 graus visando o tratamento de diversas doenças degenerativas da coluna. Esta nova técnica difere muito das técnicas tradicionais de acesso à coluna vertebral.

Nas técnicas tradicionais para chegar ao ponto do problema o médico precisa abrir as costas do paciente numa grande incisão e afastar os músculos, o que às vezes causa grandes lesões.
O paciente perde muito sangue, às vezes precisa de transfusões, tem uma recuperação extremamente lenta, precisa ficar na UTI e normalmente fica muitos dias internado.

O XLIF é uma técnica realizada pela lateral do corpo do paciente. Através de uma pequena incisão lateral, tubos dilatadores são progressivamente colocados até a coluna, não interferindo nos músculos da coluna que tanto sofrem nos acessos tradicionais posteriores.

O procedimento é considerado minimamente invasivo devido às suas características, tais como as pequenas incisões necessárias para a cirurgia, o sangramento quase nulo, a preservação dos músculos posteriores, o rápido retorno às atividades diárias e o tratamento das doenças de coluna com a mesma ou, em grande parte das vezes, mais eficácia que as cirurgias tradicionais.


Por ser um procedimento relativamente rápido e com baixa perda sanguínea, até pessoas que têm restrições para uma cirurgia complexa de coluna (como idosos, pessoas com problemas de coração, diabetes, etc..) podem ser tratadas com sucesso. Em apenas 24 horas o paciente já tem alta do hospital.

Dentro das doenças tratadas por este procedimento estão, entre outras, a escoliose, hérnia de disco e a espondilolistese.

A produção e comercialização da técnica do XLIF® desde 2002 ficou a cargo da empresa norte americana NuVasive, Inc., que apresenta grande participação na evolução tecnológica da técnica, nos estudos clínicos para a comprovação da eficácia do procedimento e no desenvolvimento de novas próteses a serem utilizadas pela técnica lateral.
Essa grande participação no mercado americano é reflexo dos resultados clínicos favoráveis, a grande satisfação por parte dos pacientes, e no caso específico dos EUA, a diminuição nos custos globais que envolvem uma cirurgia de coluna.

No futuro o XLIF também poderá representar uma grande economia para a saúde pública do Brasil, como já representa para os americanos. Isso porque com essa técnica o paciente tem menos sangramento, menor tempo cirúrgico, menor tempo de internação, entre outros fatores.

O especialista em coluna, é neto do médico Luiz de Mattos Pimenta, que durante mais de 33 anos clinicou em Itatiba/SP e teve participação marcante na história da cidade como político, fundador da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba e pelos seus gestos de benemerência.

O dr. Luiz Pimenta é um dos mais conceituados especialistas em coluna do Brasil na atualidade. Formado em medicina na Universidade de São Paulo especializou-se em Neurocirurgia pela Escola Paulista de Medicina, e é PhD em Neurocirurgia pela mesma Instituição.
O trabalho do médico se destaca pelos estudos e pelas inúmeras publicações em livros e revistas científicas internacionais, além de ser o idealizador de diferentes projetos em avanços das cirurgias de coluna, como por exemplo, o Disco Artificial Cervical "PCM".




Veja um vídeo explicativo:






Fontes: Rede Bom Dia, Spine-Health

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Movimento, volver




A reabilitação das deficiências físicas começa a andar mais depressa. Surgem drogas que preservam nervos da medula espinhal ameaçados de morte depois de um acidente. O cérebro também surpreende, mostrando uma capacidade de recuperação maior do que se esperava. Sem contar a fisioterapia, que agora apresenta recursos de tecnologias avançadas.


Parece um daqueles filmes exagerados do cinema-catástrofe. Primeiro, acontecem enchentes, os vasos sangüíneos se rompem e o líquido que jorra causa uma pressão insuportável dentro das vértebras. Células nervosas são achatadas e o sufoco altera a transmissão de seus sinais elétricos. Os curto-circuitos são inevitáveis. Então, outras células se sacrificam na tentativa de resolver o problema de eletricidade, como quem desliga a força. Ao morrerem, essas suicidas liberam cálcio e a substância atrai moléculas nocivas, como as dos radicais livres, capazes de acabar com o que ainda funcionava bem. Nasce uma segunda onda de destruição. Mais células morrem, mais cálcio aparece, mais radicais livres cheios de más intenções.

A reação em cadeia parece não ter fim, mas tem. Chegam as células de defesa do sangue e limpam tudo na área. Tudo. A medula foi rompida. Fica um tremendo abismo entre o cérebro e os músculos que governam os movimentos. Infelizmente não é cinema. Esse é o drama de quase 3 milhões de brasileiros deficientes físicos. Existe ainda outro milhão de indivíduos no país que também perdeu parte dos movimentos do corpo, mas não por causa de danos na medula espinhal, o canal de comunicação entre o cérebro e o resto do corpo. Neles, o próprio cérebro foi lesado, 72% dos casos em desastres de trânsito, segundo o Ministério da Saúde.

Agora, porém, a Medicina quer dar uma sequência otimista ao episódio trágico. No ano passado cientistas suecos conseguiram fazer ratos paralíticos voltar a caminhar.“É possível que alguns casos de paralisia tenham cura nos próximos dez anos”, arrisca-se a dizer, animado, o especialista americano Wise Young, professor da Universidade de Nova York, em entrevista à SUPER.

Basta salvar uma parte dos nervos


O cabo cheio de nervos que passa bem no meio da coluna vertebral não perdoa agressões. Quando se machuca em uma trombada de carro, ao levar um tiro ou por uma batida forte na cabeça — cuja massa cinzenta inchada pelo trauma acaba fazendo pressão excessiva sobre ele —, esse cabo costuma apresentar problemas sem volta. Até recentemente o estudo desses casos parecia imobilizado. Hoje o neurologista Wise Young comemora a constatação de que um indivíduo usa apenas de 8 a 10% dos nervos no centro de sua espinha para se movimentar. “Antes, a gente achava que era preciso recuperar completamente a medula para curar o doente”, explica o médico. “Como os nervos são estruturas caprichosas, que nem sempre reagem como se espera, a missão parecia quase impossível e os pesquisadores desanimavam.”

Verbas também nunca sobraram para a pesquisa das lesões de medula. “Nos Estados Unidos, ninguém investe na busca de soluções porque só ocorrem cerca de 11 000 novos casos por ano”, declara o ator americano Christopher Reeve, famoso pelo papel de Super-Homem no cinema, que há dois anos caiu do cavalo e quebrou o pescoço. Ele está numa cadeira de rodas tão cheia de dispositivos eletrônicos que vale 1 milhão de dólares. Mas deixa a imaginação voar como um super-herói e anuncia: “Queria ser um rato.” O roedor em questão é um sueco que voltou a andar. Foi o alvo de uma experiência revolucionária no respeitável Instituto Karolinska, em Estocolmo.


Computadores entram no tratamento


Ainda serão necessários de cinco a dez anos de pesquisas com animais até a técnica criada pelos suecos ser experimentada em seres humanos. Na prática, porém, já dá para os especialistas preverem dificuldades. Afinal, após um acidente de qualquer natureza, a medula nunca se parte direitinho como em um corte cirúrgico igual ao feito nos ratos. Ela acaba esgarçada como um trapo. Será complicado colar túneis nervosos em suas pontas e, mais difícil, fazer com que funcionem.

No entanto, existe esperança.


“Voltar a andar não é a única saída”, diz a médica Linamara Ba- ttistella, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Ela dirige a Divisão de Reabilitação, área da Medicina que se desenvolveu na década de 50, especialmente na Áustria, país que tinha uma legião de mutilados e paralíticos devido aos estragos da guerra. “Às vezes, o indivíduo não caminha como antes, mas depois de tratado consegue trabalhar e ter um dia-a-dia normal.”

Nos últimos anos, a reabilitação mudou muito. “Antes, a gente sabia com a prática se um paciente havia melhorado”, diz a médica. “Mas agora podemos responder quanto realmente ele melhorou, com exames computadorizados que medem os desvios de postura, a força muscular e a velocidade dos reflexos.” Os computadores não entram em cena só na hora do diagnóstico. “Hoje é possível calcular a pressão que alguém faz sobre a cadeira de rodas quando está sentado e como apóia as costas e os braços”, diz ela. “Assim, a cadeira acaba sendo personalizada, planejada para fazer pequenas compensações nessas áreas de pressão, proporcionando maior conforto.”

O cérebro pode transferir certas tarefas


Há três meses, foi divulgada nos Estados Unidos uma cirurgia para implantar eletrodos nos nervos ligados ao diafragma, imobilizado depois de uma lesão na altura do pescoço. “Eles mandam impulsos elétricos contínuos para esse músculo abdominal, controlados por um dispositivo externo que cabe no bolso”, informa o neurocirurgião Jorge Roberto Pagura, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Os impulsos fazem o diafragma se movimentar, dispensando o ventilador, aparelho que força a entrada do ar nos pulmões.

Nos traumas cerebrais, contudo, o edema ou inchaço subseqüente continua sendo a luta dos médicos. “O cérebro fica numa caixa fechada, não tem para onde correr”, diz Pagura. “O aperto lá dentro mata seus neurônios. A função desempenhada por eles desaparece.” Exames como a ressonância magnética, que mostram o cérebro em ação, provam que muitas vezes, depois de um tratamento prolongado, ele transfere o trabalho que era realizado pela área destruída para outras regiões. O fenômeno é conhecido por plasticidade cerebral. “A maior parte do progresso de um paciente ocorre no primeiro ano depois do trauma”, conta Pagura. “No entanto, se ele continua melhorando, nem que seja 0,1% a cada seis meses, não existem limites. Em tese, ao menos em tese, esse indivíduo pode progredir sem parar no caminho da cura.”

Ser independente


A terapia ocupacional é uma peça-chave ao treinar movimentos como o de escovar os dentes ou criar dispositivos como talheres presos às mãos. “O paciente deve ser independente ”, diz a terapeuta Gracinda Tsukimoto, do Hospital das Clínicas (HC) de São Paulo.

Força exata


Atletas contundidos e gente com lesões mais sérias têm apelado para o Cybex. A máquina avalia o trabalho dos músculos enquanto o paciente faz força. Se ele exagerar, porém, o equipamento automaticamente retira a carga, evitando novas lesões.

Fim da canseira


A análise das articulações de um indivíduo enquanto ele caminha é considerada uma avaliação fundamental. Seis câmeras de vídeo e dezesseis sensores registram o jeito como o corpo se desloca e enviam os dados para o computador. Antes o exame levava mais de 1 hora e o paciente repetia a trajetória várias vezes. “Cansado, mudava a sua postura natural”, explica a médica Linamara Battistella. Hoje 20 minutos e uma única caminhada de um lado a outro da sala de 8 metros no Hospital das Clínicas de São Paulo já são o suficiente, graças a um software lançado no final do ano passado. “Sem fadiga, os resultados são fiéis à realidade”, diz a médica.

Ajuda na telinha


Nos traumas cerebrais, pode-se perder os comandos da musculatura facial envolvida na fala. “A área lesada não tem cura”, diz a fonoaudióloga Lídia Balbachevsky Setti.
“O que podemos fazer é recrutar outros setores cerebrais, com exercícios específicos, treinando-os para a tarefa da região perdida.” Esse trabalho é lento. E as coisas se complicam quando o cérebro apagou os registros da linguagem. “Ele pode esquecer o significado das palavras”, exemplifica Lídia, que vê no computador um grande aliado. “Alguns softwares, extremamente lúdicos, servem de estímulo para as sessões de terapia”, diz ela, clicando a figura de uma maçã enquanto as letras m-a-ç-ã aparecem na tela.

Ação involuntária


Na fisioterapia, uma das novidades são equipamentos que transmitem impulsos elétricos imitando as mensagens nervosas. “Assim, as regiões paralisadas se mexem, exercitando-se”, diz Denise Ayres, fisioterapeuta do HC de São Paulo.

Ginástica passiva


Máquinas fazem movimentos, como os da bicicleta, para manter os músculos em forma, evitando problemas de circulação. Os especialistas concordam: músculos bem condicionados evitam novas seqüelas e ainda ajudam na recuperação do movimento.

Figuras públicas em reabilitação


Veja alguns exemplos de gente que recuperou funções.

Treinado para tocar
Ele mal segura um copo e não dá um aperto de mão direita. Ela ficou paralisada há dois anos, quando o pianista brasileiro João Carlos Martins sofreu um derrame. No entanto, em maio do ano passado, ele foi ovacionado de pé no famoso Carnegie Hall, em Nova York. Martins, que mora na Flórida, se entregou ao biofeedback, técnica de reabilitação desenvolvida pela equipe do neurologista Bernard Brucker, na Universidade de Miami. O músico ficou horas a fio brigando contra uma máquina, de olho na tela que comparava o movimento que tinha feito e o que deveria fazer. Segundo Brucker, seu método é eficiente para recuperar movimentos específicos. “A gente consegue o máximo justamente porque insiste em treinar um único tipo de tarefa”, diz ele. Nunca, porém, sua equipe tinha preparado alguém para realizar movimentos tão finos como dedilhar um piano.

Duras penas
O ator Flávio Silvino, promissor galã de telenovelas, não quebrou um osso nem ficou arranhado quando bateu seu carro em novembro de 1993. Mas sofreu um traumatismo craniano. Sua massa cinzenta inchou e algumas de suas áreas ficaram sem receber sangue adequadamente. Resultado: foram 123 dias em estado de coma. Quando recuperou a consciência, mal balbuciava palavras. Até hoje enfrenta sessões de terapias combinadas para recuperar a linguagem, agora equivalente à de um adolescente.

Cobaia humana
O ator americano Christopher Reeve tem aproveitado o seu prestígio para ser voluntário de uma série de terapias em fase experimental. Há oito meses, ele usou a droga 4-AP para acelerar a transmissão dos impulsos nas células nervosas que restaram intactas. No entanto, meia hora depois, teve de ser socorrido por causa de uma forte reação alérgica. Agora, está testando uma nova bicicleta ergométrica em que são ligados nada menos do que quinze eletrodos em cada uma de suas pernas. Eles passam impulsos elétricos para quase toda a musculatura da região. Assim, Reeve consegue pedalar quase tão depressa quanto nos tempos em que fazia 3 horas de ginástica por dia para manter seu físico de herói de cinema.

A saída do cérebro
Quando o locutor esportivo Osmar Santos sofreu um acidente de carro, em dezembro de 1994, perdeu 5% da massa cerebral, justamente na região que processa a linguagem. “Ele poderia não estar falando uma palavra sequer”, diz seu irmão Odiney Santos. “Mas o Osmar tem uma força de vontade descomunal, que o leva a passar em média 6 horas por dia em diversas terapias.” Osmar Santos não voltará jamais a narrar jogos de futebol, dura realidade. Mas os médicos têm realmente esperança de que volte a conversar, porque o fato de conseguir recuperar um vocabulário limitado indica que seu sistema nervoso está convocando novas áreas cerebrais para substituir a região perdida no acidente.

Fonte: SuperInteressante (Março/1997)


Sabemos que pelo tempo decorrido da matéria que é de 1997, a medicina deve ter evoluído bastante, pois o que dizer da recuperação do cantor Herbert Viana ???, mas sabemos também que muito precisa ser investido para que a recuperação desse tipo de lesão seja muito melhor. 
E a matéria também é superinteressante mesmo para que nós leigos possamos entender nosso corpo humano!





terça-feira, 13 de setembro de 2011

Guia de Postura


A Associção Brasileira de Reabilitação da Coluna em parceira com o ITC Vertebral lançou uma cartilha sobre as posturas corretas para nossa Coluna Vertebral.

Parabenizamos aqui o Fisioterapeuta Helder Montenegro que a elaborou, ficou muito boa e ajuda muito tanto a nós com problemas na coluna, mas também como prevenção.

Aqui o link da cartilha: Guia de Postura - Dr. Coluna

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Tipos de cirurgia da coluna


Sabemos que qualquer tipo de cirurgia apresenta riscos, como sangramentos ou infecção, mas a cirurgia na coluna vertebral apresenta outros riscos maiores como a lesão de estruturas nervosas, como a medula espinhal.

Hoje em dia existem vários tipos de cirurgia para vários tipos de problemas apresentados na coluna, indo desde os tratamentos sem cortes e sem hospitalização, até as cirurgias maiores, com fixação da coluna e colocação de implantes metálicos (artrodeses) , como no vídeo acima – igual à minha cirurgia.

Mais modernas ainda são as cirurgias que mantém o movimento normal da coluna, e as microcirurgias para hérnia-de-disco onde é feita uma pequena incisão e usa-se imagens de vídeo ou endoscópios para retirada da hérnia.

E então em quais situações são indicadas as cirurgias na coluna vertebral?
Quando um nervo está seriamente comprimido, irradiando a dor para os membros superiores ou inferiores, causando dormência, formigamento, e até mesmo perda de controle intestinal ou da bexiga.

Sempre é indicada a cirurgia após todos os outros procedimentos não-cirúrgicos terem falhado e terem sido feitos todos os exames com o diagnóstico preciso da causa das dores.

Os tipos de doença da coluna que podem levar às condições acima podem ser:
- hérnia de disco
- degeneração do disco
- estenose espinhal (estreitamento)
- fraturas
- infecções ou tumores
- deformidade da coluna vertebral
- artrose


SEMPRE a conversa com vários cirurgiões é muito importe, pois os tratamentos conservadores devem vir em primeiro lugar, depois os procedimentos cirúrgicos menos invasivos e, só então uma grande cirurgia.

Fontes: http://www.stlbackpain.com/surgical-options
         http://www.northshore.org/neurological-institute/specialties/back-pain-and-spine-surgery/


sábado, 27 de agosto de 2011

Estudo sobre a genética da Espondilite Anquilosante

investigador EA



Um trabalho publicado na "Nature Genetics" identifica novos genes que estão implicados no desenvolvimento da espondilite anquilosante, bem como confirma o envolvimento de outros genes propostos em estudos anteriores. 

A publicação, com a co-autoria de uma equipa portuguesa, permitiu também reconhecer a existência de interações entre dois dos genes, sendo uma das primeiras descrições sobre interação genética nesta e noutras doenças comuns. 


Este fato vem contribuir para a confirmação de uma das teorias que tenta explicar a patogênese desta doença reumática inflamatória, a qual pode ser altamente incapacitante pela deterioração dos ligamentos e das junções nos ossos. O trabalho contou com a participação de 43 equipas de investigação, naquilo que se pode considerar um mega esforço internacional para dar resposta à doença.



A espondilite anquilosante é uma doença inflamatória que afeta, principalmente, a coluna vertebral e as articulações da bacia, levando, de forma incapacitante, a uma gradual limitação de movimentos. Já havia sido percebido que a predisposição para a doença tinha origem genética e que estava relacionada com o HLA-B27, um gene envolvido em diversos processos inflamatórios. No entanto desconhecia-se a forma como a doença se desenvolve e como o HLA-B27 é envolvido.


O estudo apresentado, que utilizou dados de cerca de 4800 doentes e 13500 pessoas não afetadas, juntando informação de dois consórcios internacionais dedicados ao estudo desta doença: o Australo-Anglo-American Spondyloarthritis Consortium e o Wellcome Trust Case Control Consortium 2. 

“Este tipo de artrite inflamatória é frequente em populações de origem europeia”, explica Jácome Bruges-Armas , coordenador da equipa do IBMC envolvida no estudo, e pode afetar cinco em mil pessoas. Apesar da maior frequência em membros da mesma família e do conhecimento do envolvimento de alguns genes relacionados com o sistema imunológico, sempre foi difícil compreender efetivamente a relação entre a predisposição genética e as manifestações da doença. 


O que este estudo também comprova é “a origem multifatorial da doença”, adianta o investigador. De facto foi possível relacionar variantes de três outros genes no desenvolvimento da doença, bem como identificar quatro outras zonas do genoma que parecem exercer também uma forte influência. Uma componente significativa do genoma, está de alguma forma envolvida na cascata de ações que implicam o HLA-B27, ou seja, parece que este último é apenas um elemento final de um enorme circuito metabólico e, por isso, o mais facilmente identificável e relacionável com a doença. 


No entanto, é da conjugação da ação dos agora identificados que, em conjunto com o HLA-B27, se poderá determinar com mais exatidão a predisposição de um indivíduo para desenvolver o processo inflamatório que conduz à doença. 


Para Jácome Bruges-Armas,faltava um estudo que permitisse compreender a genética da doença de forma a desenvolver formas de diagnóstico e prevenção mais eficazes.




Fonte: Revista Ciência Hoje-PT (Julho/2011)


sábado, 20 de agosto de 2011

Radiculopatia Cervical

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A Radiculopatia Cervical causa bastante dor no pescoço (cervicalgia), ou outros sintomas como formigamento e dor de cabeça, é causada por uma estenose vertebral (diminuição do espaço do canal vertebral), e este pode ter sido originado de várias doenças da coluna como: hérnia-de-disco, degeneração discal, traumas

Aqui nesse vídeo você pode ver claramente como acontece a Radiculopatia:



segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Assim se entorta a humanidade

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A evolução e os problemas da coluna.
Entre oito e cinco milhões de anos atrás, um suposto ancestral comum do homem e do chimpanzé vivia de quatro.


Sua coluna era um tubo rígido, que não sustentava o corpo — servia apenas de elo entre os membros superiores e inferiores.

Há quatro milhões de anos, porém, ele libertou as patas dianteiras do chão. Tornava-se o Australopithecus afarensis. Como? Curvando a ponta inferior da coluna, empinando as nádegas. Este hominídeo mal sabia caminhar direito só com os membros inferiores — andava com os pés para fora.
Já faz 1,5 milhão de anos que as vértebras deram uma nova empinada, estufando o peito. Desse jeito, conseguiram erguer completamente o tronco. Surgia o Homo erectus. O homem ficou de pé.

Nesses mais de 1 milhão de anos, o ser humano ainda não se adaptou a ser bípede. Ele até aguenta essa postura por duas ou três décadas. Depois dos 30, a situação pode se tornar cada vez mais insuportável.
A coluna é parte de um sistema com nervos e músculos, que disparam a dor à menor tensão.

Parece uma pilha de ossos. E é. Mas as 33 vértebras da coluna são tão bem empilhadas que a menor mudança no ângulo de uma delas pode fazer a maior diferença. Basta que um nervo seja pinçado e pronto: por menor que ele seja, vai torturar o cidadão. O equipamento de sustentação do corpo humano é formado ainda por músculos. Se um músculo se contrair um pouco mais, depois de um dia de trabalho complicado, poderá também contrair um nervo, que terminará dolorosamente inflamado.

A região mais frágil
Lordose cervical é o termo científico da curvatura natural das vértebras para fora. Sem ela, nossa cabeça ficaria caída, olhando para o chão, como se andássemos de quatro. Essa área próxima ao pescoço é a mais flexível. Para possibilitar tanta movimentação, passam por ali muito mais nervos do que nas outras áreas — nervos que, ao menor aperto, causam sofrimento. Por isso, é uma área frágil.

Os amortecedores
Compostos por um anel de cartilagem com um núcleo gelatinoso, os discos intervertebrais amortecem o impacto entre as vértebras. Como são solicitados a todo instante, tendem a se desgastar com o tempo e causar problemas — as temidas hérnias.

A área de proteção
Cifose dorsal é outro palavrão que designa mais uma curvatura natural, dessa vez para dentro, necessária para equilibrar o tronco erguido do homem bípede. Suas vértebras, de tamanho intermediário, são inflexíveis. A rigidez se explica: elas fazem parte da caixa toráxica, que guarda e protege dois órgãos vitais — o coração e o pulmão.

Os mensageiros da dor
A coluna funciona como um tronco central, de onde partem nervos para comandar os movimentos de todo o corpo. Há também um conjunto de nervos encarregados de mexer este próprio tronco central. São vias de mão-dupla: comunicam as ordens do cérebro, como “curve-se”; ao mesmo tempo, mantêm o cérebro informado sobre a posição das vértebras, dando a consciência do tipo “eu agora estou sentado”. Qualquer nervo, porém, envia mensagens de dor, quando comprimido. As duas áreas flexíveis da coluna — a lombar e a cervical — são as mais enervadas e, portanto, as mais sujeitas a dolorosas encrencas.


A zona de sustentação
As vértebras lombares aguentam a maior parte do peso corporal e, por isso, são de cinco a seis vezes maiores que as cervicais, que têm de sustentar apenas a cabeça. Elas formam a segunda curva para fora, a lordose lombar, que na verdade foi a primeira das curvas adquiridas na evolução — aquela que permitiu aos humanos erguer o tronco.

O que os pés têm a ver com os ombros
Uma nova terapia trata o corpo todo como uma “cadeia de músculos”.
Uma dor nos ombros é uma dor nos ombros para a fisioterapia tradicional — que, no caso, opta por exercícios dirigidos a essa região específica. Mas, de acordo com uma nova técnica de tratamento, a dor nos ombros pode ser um calcanhar que pisa mal. Ou, quem sabe, um quadril fora do prumo. Essa linha é a RPG, sigla de Reeducação Postural Global, criada em meados dos anos 80 pelo fisioterapeuta francês Philippe Souchard, professor da Universidade de Saint Mont.

“A ponta de um músculo está ligada à do músculo seguinte”, explica a fisioterapeuta paulista Silvana Ciociorowski. “Assim, a musculatura forma uma cadeia. Se a perna se contrai, a cabeça tende a entortar e, com isso, a sua região dói.” Ela é uma das pioneiras em RPG no país, que hoje já soma quinhentos especialistas.

A técnica consiste em ensinar posturas, que trabalham o corpo dos pés à cabeça, colocando tudo no lugar. “O resultado é mais lento, porém efetivo, porque não nos limitamos a aliviar a dor local”, explica Silvana. Ela só faz um alerta: “Quem aplica RPG é sempre um fisioterapeuta, com pós-graduação orientada pelo próprio professor Souchard. No Brasil, muita gente usa o nome RPG, sem ter diploma.”

O olhar clínico
Segundo o neurocirurgião Marcos Masini, só 2% dos pacientes necessitam de operação. “Mas, mesmo quando o problema é tensão, a consulta médica é fundamental para se criar um programa eficiente para cada caso.”


A ginástica
No final, qualquer paciente é obrigado a fazer exercícios. “Quem foi operado também deve fortalecer os músculos”, diz a terapeuta Zilda Palhares. “Senão, terá uma recaída.”

O choque contra a dor
Um dos avanços para atenuar o sofrimento são aparelhos que emitem ondas elétricas. Eles dão pequenos choques capazes de bloquear a mensagem que leva ao cérebro a sensação dolorosa.

Sem impactos
Para quem nem consegue fazer exercícios direito, o jeito é fazê-los na piscina: a água diminui a força da gravidade e, portanto, o impacto sobre as vértebras doentes.



Fonte: Revista SuperInteressante (Abril/2005)



sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Plantas Medicinais também podem fazer mal à sua saúde

beneficios-cha-verde

Falamos aqui algumas vezes sobre as Plantas Medicinais, assim vamos aprendendo também junto com vocês, que há diferenças entre Plantas Medicinais e Fitoterapia, por exemplo, nós todos fazemos sempre utilização de uma dessas duas alternativas, mas tudo sempre tem que ser com moderação e bem pesquisado, pois assim como há plantas liberadas pela Anvisa, também sabemos que algumas podem fazer muito mal.

O Dr. Leonardo em seu blog nos postou uma matéria interessante sobre o assunto, não deixem de ler: Plantas Medicinais também podem fazer mal à saúde

No artigo ele cita algumas “regras de ouro” sobre o assunto:
  1. Plantas podem ser tóxicas.
  2. Para saber se a planta é ou não tóxica é necessária a sua identificação botânica, o que é um processo complexo. Identificação “no olho” ou por mateiro pode ser extremamente perigoso.
  3. Plantas são organismos vivos, substâncias químicas são originadas do metabolismo terciário o que significa que não é essencial à vida dela e só ocorre em algumas circunstâncias, ou seja, mesmo quando a identificação botânica foi feita, ainda assim não há garantia de produção ou não de substâncias tóxicas ou medicinais.
  4. Os mecanismos de extração e purificação dos fitoterápicos, extraem e purificam tanto o que é medicinal quanto o que é tóxico.
  5. Nem todos os efeitos das plantas são tão conhecidos quanto os dos medicamentos produzidos, nem todos os usos em todas as patologias foram testados.

Cuidem-se!

Fonte: http://leonardof.med.br/



segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Artrite



O programa de hoje BEM ESTAR, da Rede Globo, trouxe uma matéria muito boa sobre ARTRITE.

Para quem não viu, vale a pena dar uma olhada, o médico convidado explica tudo sobre a doença e ainda a diferença entre Artrite e ArtroseA artrite pode afetar todas as articulações do corpo








Aqui nosso post sobre o assunto : Artrite x Artrose


terça-feira, 26 de julho de 2011

Espondilite Anquilosante

ea


Sabe-se que a Espondilite Anquilosante, ou EA (como também é conhecida), tem uma forte ligação genética. Mais comum nas pessoas que herdam as células brancas do sangue grupo HLA B27, mas nada disso é obrigatório para quem tem a doença, o que os pesquisadores acreditam é que o sistema de defesa natural do organismo, o sistema imunológico pode ter uma defeito que cause a EA.

É uma doença reumática inflamatória crônica, que afeta principalmente a coluna, quadris, ombros e joelho. E em fase mais crítica chega a afetar os olhos(uveíte), coração, pulmão(fibrose), intestino(colite ulcerativa) e pele(psoríase).

Os sintomas podem começar com dores lombares e rigidez matinal que melhora com o movimento e piora com o repouso, chegando até mesmo à anquilose (fusão das vértebras).

Não há cura e o tratamento deve durar para sempre, sendo a causa ainda desconhecida. Esse tratamento alivia os sintomas e melhora a flexibilidade da coluna vertebral.  O tratamento engloba fisioterapia, exercícios, correção postural e medicamentos como analgésicos, antiinflamatórios, relaxante muscular e outros modificadores da evolução da doença como os biológicos. Isso tudo adaptável, de acordo com cada paciente e em cada fase, de crise ou fora dela, e com o objetivo de fortalecer a musculatura e melhorar a mobilidade das juntas.

Para alívio das dores o paciente também se utiliza de todos os métodos possíveis como bolsa de água quente, banhos quentes, evitando peso e em fases muito agudas o repouso também é recomendado. E claro, deve cuidar do peso e da saúde em geral, pois essa doença pode debilitar o paciente se não for controlada.

A cirurgia pode ser necessária em alguns casos como para a substituição de alguma articulação mais afetada ou outra consequência como deformidades.



Fontes: ANEASYRIANCLINIC, Drauzio Varella, EMEDIX, Rodinei-Guimarães




quarta-feira, 20 de julho de 2011

Ossos

CORRIDA

Que nossos ossos são parte importantíssima do organismo, vocês já sabem né? além de sustentar o corpo, protegem alguns órgãos vitais, nos ajudam na locomoção, além de outras coisinhas… muito interessante mesmo.

E como fazer para protege-los? Existem  algumas coisas que podemos fazer e que até não são tão difíceis, e que podem ajudar muito na saúde dos ossos e em consequência nas suas funções:


1) Alimentação: leite e derivados, sardinha, salmão, vegetais (principalmente nos tons verde escuro), soja, nozes e castanhas, linhaça, tomate (sendo o sal o principal inimigo dos ossos.
Quer seguir uma dieta amiga dos ossos: Dieta amiga dos ossos ajuda a prevenir osteoporose


2) Exercícios Físicos: sabiam que os exercícios feitos corretamente e na dose certa são armas poderosas para cuidar dos nossos ossos? nele estão incluídos ainda a yoga, pilates, alongamento, caminhada.

Conheça nesse endereço vários desses exercícios específicos que podem nos ajudar: http://williamsportmassagem.blogspot.com


A perda de massa óssea tem sido um grande problema na população e que traz problemas sérios à saúde, como a osteoporose, que pode por sua vez causar queda, fraturas, dores crônicas, complicações, dependência física e até o óbito.

Conheça o site do OSTEOCLUBE que traz boas informações sobre o assunto: http://www.osteoclube.com.br


fontes: wikipédia, www.minhavida.com.br


sexta-feira, 15 de julho de 2011

Mielopatia x Radiculopatia

estenose 
  Estenose Vertebral (Diminuição do espaço do canal vertebral)





Sem Título-2

Sintomas irradiados para membros superiores e inferiores



raiz e medula                                                                 DISCO VERTEBRAL 

Sempre tivemos essa dúvida da diferença entre RADICULOPATIA e MIELOPATIA, e pelo que vimos na literatura médica, esse diagnóstico nem sempre é muito fácil.

Mas, a principal causa seria para ambos uma estenose vertebral (ver imagem acima), causando sintomas diversos tanto nos membros superiores quanto inferiores, sendo que essa estenose pode ter várias origens, como hérnia-de-disco, escorregamento de vértebras, degeneração de vértebras, tumores, etc.

Sendo assim: uma doença na coluna vertebral pode causar uma estenose, que por sua vez pode também causar radiculopatia e/ou mielopatia.

Conceitualmente a MIELOPATIA compromete a medula espinhal, e a RADICULOPATIA as raízes nervosas.(compare a diferença da localização na imagem do disco vertebral acima)

Os sintomas são muito semelhantes aos da hérnia-de-disco, mas muitas vezes não está ocorrendo a compressão, por isso é preciso fazer exames para diagnosticar o problema correto na coluna vertebral.

A MIELOPATIA representa mais comumente um estágio mais avançado de uma doença na coluna cervical, provocando perda gradual dos movimentos do corpo, e estes são medidos por níveis de fraqueza que vão do grau 0 a 5, sendo o grau 5 o mais grave, levando ao confinamento a uma cadeira ou cama.
O tratamento nesse caso pode ser cirúrgico para descomprimir a medula (essa foi a causa da minha cirurgia cervical), mas sendo possível há tratamentos mais conservadores.
Os principais sintomas são o amortecimentos dos membros com diminuição de movimentos e força, e reclamação de dor nos membros.

A RADICULOPATIA pode ser causada por uma pressão exercida sobre a raiz nervosa que emana da medula e se irradia para os membros, causando dor e formigamento nos membros, e ainda fraqueza muscular.
O tratamento deve passar pela fisioterapia, quiropraxia, osteopatia e acupuntura, além de medicação para dor e antiinflamatórios, dependendo da causa.
Esse diagnóstico pode ser feito diante da dor forte referida no caminho específico de uma raiz nervosa.


Fontes: www.medicinanet.com
             www.radiculopathy.net/
             http://www.spine.org/
            http://www.vertebrata.com.br



sexta-feira, 8 de julho de 2011

Guia para diminuir as dores nas costas

postura carro  
DIRIGINDO E NO TRANSPORTE PÚBLICO


O Hospital Santa Clara de Uberlândia/MG, divulgou um Guia das Costas sem Dor, muito bom, tem essas e outras posturas, pois nunca é muito falar sobre como melhorar e corrigir nossa postura, já que esse é um dos grandes motivos das dores nas costas.

Acesse a matéria e veja ela completa, com mais posturas para:
  • pegando a criança no colo;
  • no computador;
  • dormindo;
  • escovando os dentes.

postura levantar





Cuidado com as Plantas Medicinais

plantas medicinais mgtv 1 edição 16 6 11

O Jornal MG TV 1ª Edição, do dia 16/06/2011, mostrou uma matéria com alertas sobre as plantas medicinais.

Vejam no link abaixo o vídeo dessa matéria que é muito bom, nos mostra que temos que tomar alguns cuidados mesmo com as plantas e “chazinhos” que tomamos e achamos inofensivos:




terça-feira, 5 de julho de 2011

Novo material que pode rejuvenescer a coluna vertebral

disco intravertebral

Em matéria publicada no http://www.cienciahoje.pt, em 30/06/2011, temos a notícia de um novo material que está sendo testado e que pode ajudar muito em problemas de degeneração dos discos intervertebrais.

Até hoje para esses casos em que os discos “ressecam”, eram tratados com fisioterapia, antiinflamatórios e cirurgias (meu caso), esse estudo mostra que um biomaterial pode ser inserido no disco através de cirurgia, esse hidrogel tem uma abordagem regenerativa e inovadora.

Em 3 ou 4 anos pode ser começado os testes em humanos.

Vamos esperar, pois promete, pelo menos é diferente e inovador, e não apenas trata as dores causadas pela desidratação dos discos, mas propõe-se a sua renovação.



Fonte: Ciência Hoje/Portugal



sábado, 2 de julho de 2011

Reflexoterapia

Reflexologia Podal Clique para aumentar e ver os pontos

É a técnica de tratamento por meio dos estímulos de uma área reflexa, é um dos recursos da medicina holística, natural ou complementar, conhecida antigamente como medicina alternativa.

Estes princípios da reflexologia são usados no Do-In e no Tui-Na.

Essas principais áreas reflexas seriam: pés, mãos, orelha, coluna vertebral, face e crânio.

A mais conhecida é a REFLEXOLOGIA PODAL, ou seja, dos pés, onde existem milhares de terminações nervosas para serem estimuladas.

Essa técnica ensina que existem pontos no corpo que refletem a saúde da pessoa, e estimulando esses pontos, as dores poderiam ser aliviadas.


Veja aqui na revista Bons Fluídos uma matéria interessante sobre esse assunto: Vitalidade a seus pés



Veja aqui um vídeo de aula de Reflexologia Podal:








segunda-feira, 27 de junho de 2011

Dicas como tomar medicamentos

dicas-medicamentos

O site www.criasaude.com.br, postou uma matéria com dicas sobre o uso de medicamentos, e achamos interessante, tem coisas que não lembramos na hora de tomar o medicamento, ou mesmo não somos alertados pelos médicos.



Aqui vamos listar essas dicas, e acessem o site para ver a descrição de cada uma delas.
  1. Beba uma quantidade suficiente de água;
  2. Tome seus medicamentos sempre no mesmo horário;
  3. Informe-se bem sobre a interrupção de um tratamento;
  4. Saiba qual a posologia do tratamento (antes ou depois de comer…) e os riscos do tratamento;
  5. Informe-se sobre os riscos de alergias, e conheça as suas;
  6. Cuidado com o álcool;
  7. Conserve os seus medicamentos de maneira adequada.

Já postamos aqui também várias matérias sobre medicamentos, veja:
Consequência dos analgésicos
Cronofarmacologia
Preços de medicamentos
Remédios: Um vício ???
Genéricos


quarta-feira, 22 de junho de 2011

Cálcio para os ossos

calcio_m

O site www.osteoclube.com.br, publicou uma matéria sobre “A hora certa do cálcio na alimentação”, que achei muito interessante.

A nutricionista nos explica que existem casos em que outros alimentos dificultam a absorção do cálcio e por isso existe a hora certa para incluir ele na alimentação, como é o caso do mingau de aveia.

Outros vilões poderiam também ser o álcool e a cafeína.

Mas há também associações de alimentos positivas que ajudam na absorção do cálcio, como a vitamina D.

Por isso sempre acho que é bom a orientação de um nutricionista para cada caso em que a osteoporose esteja instalada ou rondando, ou mesmo para prevenção.



Aqui fizemos um post sobre a: OSTEOPOROSE



sexta-feira, 17 de junho de 2011

Você sabe o que são aqueles “estalos” nas articulações

junta



Há quem adore estalar os dedos, a coluna, etc… (não posso ouvir que me dá arrepios …), segundo o ortopedista consultado(veja link da matéria abaixo) isso não é problema (mas sem exageros) se não causar dor, é a resposta do organismo a um estímulo.

Geralmente os estalos são o movimento do líquido que passa de um lado para o outro da articulação, quando esta é pressionada ou esticada. Por isso depois de um estalo dificilmente se consegue outro com a mesma intensidade…

… e, diz o ortopedista, estalar os dedos não engrossa as “juntas”… elas engrossam naturalmente com a idade, mas não exagere pois pode vir a trazer alguns problemas como lesão nos tecidos moles e até diminuição da força.

Veja aqui a matéria completa: Estalos só preocupam quando causam dor 


domingo, 5 de junho de 2011

Maná Cubiu

manacapablog
Vocês já ouviram falar nessa fruta? Nós conhecemos há pouco tempo, pesquisamos para conhecer mais e vimos que ela é nativa da Amazônia e muito utilizada pelos índios para muitas finalidades, servindo como alimento, medicamento e cosmético.

Está sendo amplamente pesquisada para descobrir cientificamente todas as suas propriedades. Mas sabemos que a planta já foi aprovada pela ANVISA para comercialização como medicamento.

O Maná Cubiu é rico em fibra, fósforo, pectina, vitamina C e vitamina B3 (niacina), sendo os principais benefícios:

Principais benefícios obtidos através da Niacina:
- Auxilia na redução do colesterol e dos triglicérides;
- Protege os tecidos nervosos e o aparelho digestivo;
- Ajuda na artrite, artrose, reumatismo, fibromialgia;
- Ajuda melhorar a circulação sanguínea;
- Auxilia na redução dos índices de ácido úrico;
- Atua na síntese dos hormônios sexuais, agindo como tônico sexual;
- Contribui para a eliminação de aftas e, muitas vezes até o mau hálito;
- Reduz os sintomas de vertigem e síndrome de Méniérie (depressão).

Ganhamos algumas amostras de produtos em cápsulas e em gel para experimentar, e achamos fantástico, realmente traz resultados e a ação é rápida, utilizamos principalmente para dores na coluna.

Não deixe de ler nessa revista do INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), uma matéria completa sobre essa fruta que promete maravilhas: Revista Ciência para Todos


Fontes: INPA
             manacubiu.blogspot.com
             Wikipédia

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