sexta-feira, 16 de abril de 2010

OSTEOPOROSE

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Pela definição da OMS (Organização Mundial da Saúde):
 "A OSTEOPOROSE é uma doença esquelética sistêmica caracterizada pela diminuição da massa óssea e deterioração do tecido ósseo com consequente aumento da fragilidade óssea e da susceptibilidade à fratura.
Na prática os ossos ficam ocos, finos e muito sensíveis, provocando fraturas na coluna toráxica e lombar,  no quadril, no fêmur e punho.

É mais comum:
  • nas mulheres (pós-menopausa), quando os ossos passam a incorporar menos cálcio, atingindo o quadril e a lombar;
  • em idosos de ambos os sexos (senil), mais frequente nas vértebras, fêmur e punho;
  • em alguns casos em crianças e adolescentes (juvenil).
Como aparece:
  • Precedendo a OSTEOPOROSE, podemos ter OSTEOPENIA, que é uma diminuição da massa óssea pela insuficiência de cálcio, que se não corrigida evolui para a OSTEOPOROSE;
  • Essa perda de massa é gradual e assimtomática, podendo passar desapercebida até que ocorra uma fratura. 
Causas:
  • diminuição hormônios sexuais;
  • perda de cálcio;
  • envelhecimento;
  • fatores genéticos.
Como e Quando Prevenir:
  • desde a gestação, com alimentação saudável, suplementação de cálcio e atividade física que estimula a produção de células ósseas;
  • evitar dietas exageradas;
  • fazer exames, principalmente de Densitometria Óssea, p/ o diagnóstico:
          - mulher a partir 45 anos
          - homem a partir 50 anos
          - pessoas que fazem parte do grupo de risco: baixo peso, quem teve fratura, tabagistas(diminui a absorção de cálcio), alcóolicos, uso prolongado de corticóides, histórico familiar, ser branco, sedentários.
Como tratar:
Além dos procedimentos invasivos como a cirurgia para tratamento das fraturas, deve-se tomar alguns procedimentos que não só previnem, mas evitam a progressão:
  • exercícios físicos;
  • cálcio: além de leite e derivados, brócolis, soja, sardinha, amendoas e castanhas;
  • vitamina K : couve-flor, alface, repolho, fígado, brócolis, espinafre;
  • magnésio: amêndoas, avelãs, castanha-do-pará, espinafre e cajú;
  • fósforo: repolho, semente de abóbora, lentilha e feijão-preto;
  • vitamina C: kiwi, papaia, pimentão, morango, laranja e brócolis;
  • vitamina D: expor-se diariamente 15 minutos ao sol, ingerir gema de ovo, atum e leite;
  • diminuir a cafeína e o sódio: que fazem o efeito contrário do sol;
  • reposição hormonal.
Consequências:
  • sérios problemas na coluna vertebral, em consequência de fraturas nas vértebras;
  • muitos morrem devido a complicações após fratura no quadril, ou permanecem com imobilidade devido à difícil cicatrização;
  • postura curvada e perda de altura;
  • causam muita dependência no idoso nas fraturas de pulso e fêmur;
  • fraturas muito dolorosas;
  • favorece também a fragilidade dentária.
Quanto ao cálcio, um adulto precisa de 1000 mg/dia, e podemos encontrar + :
  • 1 pote iogurte desnatado  = 279 mg
  • 1 copo leite desnatado      = 268 mg
  • 3 sardinhas                       = 234 mg
  • 1 fatia queijo minas          = 174 mg
  • 100 gr tofu                        = 161 mg
  • 1 concha soja cozida         = 138 mg
Fonte: Revista Saúde

Tive uma pessoa querida na família, que idosa fraturou o quadril, e teve muitas consequências por isso, como dificuldade de cicatrização da fratura, dependência, além de outras complicações pelas quais acabou falecendo há alguns anos.

Particularmente, posso comprovar toda essa literatura sobre o assunto, pois após quebrar o pé há alguns anos atrás, por uma simples torção, minha ginecologista recomendou o exame de densitometria óssea, onde foi constatada a osteopenia no fêmur, que poderia progredir para a osteoporose.
Aí vieram as recomendações como exercícios físicos e alimentação adequada. Como naquela época conseguia fazer caminhadas, segui as orientações e depois de 2 anos refiz o exame e a osteopenia havia sumido.
Mas hoje meu quadro é de risco e preocupante:
1) quanto à recomendação de ingestão de cálcio e que é mais encontrado no leite e derivados, após minha ocorrência de tumor e cirurgia no intestino, passei a ter que evitá-los;
2) assim como o exercício físico que por consequência do agravamento das dores na coluna, não estou conseguindo mais fazer...
     ... assim minha próxima densitometria nem quero imaginar o resultado!








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